Enviado por Fabiano Ristow -
07.09.2013
|17h35m
Sylvia Day dá conselhos amorosos a público feminino na Bienal
Autora expressiva do filão de romances eróticos, a americana Sylvia Day atraiu uma multidão de fãs (mulheres) ao auditório Mário de Andrade para o Encontro com Autores neste sábado. A série "Crossfire" ("Toda sua", "Profundamente sua", "Para sempre sua", publicada no Brasil pela Paralela, selo da Companhia das Letras) já vendeu mais de 12 milhões de cópias em todo o mundo e foi traduzida em 38 países.
Ao subir no palco montado no auditório da Bienal - ostentando um generoso e comentadíssimo decote - Day foi recebida por gritos calorosos que não cessaram nem quando ela começou a falar. Já prevendo a enxurrada de perguntas direcionadas à trama do quarto volume, ainda não publicado, a escritora se adiantou e frustrou a plateia: "Não vou dar spoilers". Durante o bate-papo, Day falou sobre seu processo de escrita:
- Alguns escritores têm uma rotina. Sentam todos os dias, durante um período de tempo específico, e escrevem. Não sou assim. Para mim, é um processo orgânico. Escrevo quando a inspiração vem. Como fico muito tempo na frente do computador, sempre estou preparada. Carrego meu laptop para todo lugar.
"Crossfire" relata a paixão avassaladora entre um jovem casal com um histórico de violência e abuso sexual. Day contou que a inspiração veio quando percebeu que, num determinado momento, todos precisam lidar com experiências traumáticas.
- Queria escrever uma história sobre duas pessoas que tivessem tudo em comum, que não houvesse motivo para o relacionamento não dar certo. Exceto o histórico delas.
Para as fãs que queriam saber se é possível existir um romance como o descrito no livro, Day tentou ser positiva:
- Acredito totalmente no amor. Se você não está num relacionamento que te faça se sentir completa, você não deveria permanecer nele. É preciso ser paciente. Você vai encontrar quem está procurando. Acredito que o amor tem que ser uma paixão selvagem, com alguém em quem você confie - afirmou a escritora de 40 anos, que revela ter vivido no colégio uma paixão parecida com a dos protagonistas de sua ficção. - Foi louco e adorável enquanto durou. E ainda penso sobre isso.
Ao subir no palco montado no auditório da Bienal - ostentando um generoso e comentadíssimo decote - Day foi recebida por gritos calorosos que não cessaram nem quando ela começou a falar. Já prevendo a enxurrada de perguntas direcionadas à trama do quarto volume, ainda não publicado, a escritora se adiantou e frustrou a plateia: "Não vou dar spoilers". Durante o bate-papo, Day falou sobre seu processo de escrita:
- Alguns escritores têm uma rotina. Sentam todos os dias, durante um período de tempo específico, e escrevem. Não sou assim. Para mim, é um processo orgânico. Escrevo quando a inspiração vem. Como fico muito tempo na frente do computador, sempre estou preparada. Carrego meu laptop para todo lugar.
"Crossfire" relata a paixão avassaladora entre um jovem casal com um histórico de violência e abuso sexual. Day contou que a inspiração veio quando percebeu que, num determinado momento, todos precisam lidar com experiências traumáticas.
- Queria escrever uma história sobre duas pessoas que tivessem tudo em comum, que não houvesse motivo para o relacionamento não dar certo. Exceto o histórico delas.
Para as fãs que queriam saber se é possível existir um romance como o descrito no livro, Day tentou ser positiva:
- Acredito totalmente no amor. Se você não está num relacionamento que te faça se sentir completa, você não deveria permanecer nele. É preciso ser paciente. Você vai encontrar quem está procurando. Acredito que o amor tem que ser uma paixão selvagem, com alguém em quem você confie - afirmou a escritora de 40 anos, que revela ter vivido no colégio uma paixão parecida com a dos protagonistas de sua ficção. - Foi louco e adorável enquanto durou. E ainda penso sobre isso.
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